A locação de um imóvel é uma opção muito boa para quem não pretende comprar uma casa ou apartamento, ou ainda não tem o dinheiro suficiente para tal. Para que durante esse processo não ocorram surpresas desagradáveis é necessário que o locador e a imobiliária tomem algumas medidas importantes e que podem fazer toda a diferença, como a análise de crédito do futuro inquilino.

Uma análise de crédito deve ser feita com cuidado e é algo fundamental para que a negociação do aluguel seja segura e, também, para se manter um bom relacionamento com o locatário. Esse processo também facilita a combinação dos valores da locação.

Pensando nisso, preparamos para você um conteúdo excelente, para tirar todas as dúvidas sobre a análise de crédito imobiliário e a sua importância, bem como detalhes sobre o processo e como ele é feito. Vamos lá?

Afinal, o que é uma análise de crédito?

A análise de crédito nada mais é do que um processo que vai verificar todos os documentos do locatário capazes de comprovar a sua renda, assim como do fiador, caso seja esse o tipo de garantia locatícia. Os documentos exigidos em uma análise podem variar de acordo com a situação de renda e de trabalho do inquilino interessado.

Ele visa comprovar se o locatário terá condições de arcar com o aluguel do imóvel, bem como, se ele tem pendências registradas em órgãos como Serasa e SPC, ou, até mesmo, processos judiciais que questionem a idoneidade do inquilino.

É um procedimento bastante importante, pois o locador ou imobiliária tem o direito exigir garantias legais para o contrato de locação, garantindo uma negociação segura. Para isso, existe inclusive uma lei que traz mais segurança para os proprietários de imóveis que venham a sofrer com a inadimplência por parte do locatário.

Portanto, a análise de crédito é uma forma de prevenção de problemas que possam vir a acontecer em um contrato de aluguel.

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Como essa análise deve ser realizada?

Essa análise deve ser feita com bastante cuidado e o locatário deve apresentar todos os documentos exigidos. Veja aqui alguns detalhes sobre como ela é feita.

Qual a renda mensal necessária para o locatário?

Depois que for comprovado que o inquilino não tem débito em seu nome ou problemas em órgãos de defesa do crédito, é essencial que a imobiliária e o locador conheçam a renda mensal do inquilino, para começar as negociações. É necessário que o valor do aluguel não ultrapasse 30% da renda do possível inquilino, como é feito em casos de financiamento imobiliário.

A renda pode ser verificada por meio de holerites, declaração de imposto de renda ou, no caso de trabalhadores autônomos, por meio de extrato bancário dos últimos três meses.

Como fazer a comprovação de renda?

Essa renda pode ser comprovada por meio da declaração de imposto de renda ou, até mesmo, pelos extratos bancários dos últimos três meses, no caso de trabalhadores autônomos. Esses documentos devem ser apresentados com os outros que são solicitados, como RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, etc.

Nessa análise de crédito deve ser considerada toda a renda familiar do inquilino, podendo incluir os dados financeiros do cônjuge, caso haja um. Os pontos essenciais para a aprovação é se as mensalidades baterem com até 30% da renda.

O crédito pode ser negado se o inquilino estiver com o nome sujo, tiver algum impedimento judicial ou processos em aberto por questões de inadimplência. Já que isso inviabiliza o processo da negociação.

Por fim, quando for o momento de fazer a análise, o locador pode contar com a ajuda de uma imobiliária. Essa empresa conta com profissionais capacitados e especializados que conhecem muito do mercado imobiliário e como funcionam essas negociações.

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